Com a abertura da Escola Secundária e da Escola Preparatória Conde D. Henrique foi criada uma nova zona habitacional em Albergaria-a-Velha conhecida por "Novos Arruamentos das Escolas Técnicas". Com o tempo passou a ser conhecida apenas por "Novos Arruamentos".

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Monumentos.pt

Registo - Monumentos
Resultados (27)
 
---http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=35159
Bairro da Santa Casa da Misericórdia de Albergaria-a-Velha IPA.00035159 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Conjunto arquitetónico >> Edifício >> Residencial unifamiliar >> Habitação económica >> Promoção pública estatal (DGSU) e privada (Misericórdia) >> Casas para famílias pobres 
 
Conjunto arquitetónico residencial unifamiliar. Habitação económica de promoção pública estatal (DGSU) e privada (Santa Casa da Misericórdia). Conjunto de Casas para Famílias Pobres de pequena dimensão, composto por casas geminadas térreas com logradouro no tardoz e fachada principal, formando quarteirões.
  
---http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=34976
Bairro das Lameirinhas IPA.00034976 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Conjunto arquitetónico >> Edifício >> Residencial multifamiliar >> Habitação económica >> Promoção pública estatal (FFH) 
 
Conjunto arquitetónico residencial multifamiliar. Habitação económica de promoção pública estatal (FFH). Conjunto de grande dimensão composto por edifícios multifamiliares em banda de três pisos, formando quarteirões abertos.  

---http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=34975


Bairro do Jogo IPA.00034975 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Conjunto arquitetónico >> Edifício >> Residencial unifamiliar >> Habitação económica >> Promoção pública estatal (FFH) 
 
Conjunto arquitetónico residencial unifamiliar. Habitação económica de promoção pública estatal (FFH). Conjunto de pequena dimensão, composto por casas em banda de dois pisos, com logradouro no tardoz, formando quarteirões.  


---http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=22134


Capela de Nossa Senhora do Socorro / Santuário de Nossa Senhora do Socorro IPA.00022134 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Edifício e estrutura >> Edifício >> Religioso >> Templo >> Capela / Ermida 
 
Arquitetura religiosa, oitocentista. Santuário nacional composto por uma igreja, rodeada por um pequeno parque e zona de lazer. A Igreja é de planta poligonal composta por nave, com alpendre aberto, capela-mor e anexos e torre sineira adossada ao lado direito, com coberturas interiores diferenciadas de madeira em masseira e iluminada uniformemente por janelas rasgadas nas fachadas laterais. Fachada principal rematada em empena, com os vãos rasgados em três eixos, compostos por portal e óculo e por dois postigos. Interior com arco triunfal de volta perfeita e capela-mor com retábulo de talha pintada de estilo revivalista neobarroco.  FOTO.01001261 


---http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=8564

Capela de São Sebastião IPA.00008564 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Edifício e estrutura >> Edifício >> Religioso >> Templo >> Capela / Ermida 
 
Arquitectura religiosa, maneirista. Capela de planta longitudinal composta por nave, capela-mor ligeiramente mais baixa e mais estreita, volume adossado à fachada SE.. Fachada principal em empena, coberta a azulejo, rasgada por portal de verga recta e duas janelas de moldura simples. Fachada SE. rasgada por duas portas e fachada NO. por uma porta e três janelas rectilíneas.  FOTO.00654847 


---http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=21621


Capela do Divino Espírito Santo IPA.00021621 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Edifício e estrutura >> Edifício >> Religioso >> Templo >> Capela / Ermida 
 
Capela de planta retangular com.fachada principal circunscrita por cunhais apilastrados firmados por pináculos e remate em empena, rasgada por porta de verga recta simples e dois óculos. Fachadas E. e O. cegas e fachada posterior rasgada por duas fenestrações. CRUZEIRO seiscentista sobre plinto paralelepipédico almofadado, com a data "1655". Sobre o plinto coluna toscana sobrepujada por cruz latina ostentando na face o Cristo crucificado. Capela com duas pequenas fenestrações rectilíneas simples na fachada posterior. CRUZEIRO com representação escultórica da crucificação na face frontal da cruz vestígios de policromia.  FOTO.00654786 


---http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=21163


Casa da Criança de Albergaria-a-Velha IPA.00021163 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Edifício e estrutura >> Edifício >> Educativo >> Jardim de infância 
 
 
---http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=25599
Casa da Quinta da Fonte / Casa da Fonte IPA.00025599 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Edifício e estrutura >> Edifício >> Residencial unifamiliar >> Casa >> Casa abastada 
 
Casa abastada setecentista, integrada em quinta. Evolui em dois pisos, composto por dois corpos, casa principal e celeiro, volumetricamente escalonados, de planta em L. Casa principal com alçados rebocados e pintados circunscritos por cunhais apilastrados na fachada principal, sendo esta percorrida por embasamento pintado; remates em cornija e beiral. Fachada principal e 2º piso da fachada lateral direita rasgadas por vãos em arco abatido, com moldura em arco contracurvado, sendo os do 2º piso encimados por cornija. Fachada principal com vão central do 2º piso de sacada e laterais apresentando avental; à direita da fachada principal, portal nobre, com porta em arco abatido ladeada por pilastras rematadas por entablamento, dá acesso a um pátio. Fachada lateral direita rasgada, no 1º piso, por vão rectilíneo, apresentando escadaria de acesso ao 2º piso. Fachada posterior rasgada por vãos em arco abatido no 1º piso e rectilíneos no 2º piso, sendo marcada por varanda alpendrada com escadas de acesso ao 2º piso.  FOTO.00734454 


----http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=661


Casa de Santo António IPA.00000661 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Edifício e estrutura >> Edifício >> Residencial unifamiliar >> Casa 
 
Casa barroca de planta retangular composta por ala residencia e capela integrada na fachada. Destaca-se a composição decorativa do amplo portão para o pátio interior e a existência de pequena sineira sobre pano de muro adossado ao lado direito da capela.  FOTO.00038465 


----http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=22255


Casa do Dr. António Fortunato de Pinho / Casa na Praça Ferreira Tavares IPA.00022255 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Edifício e estrutura >> Edifício >> Residencial unifamiliar >> Casa 
 
Casa Arte Nova.  


----http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=22253

Casa do Outeiro / Casa da Rua de Cima IPA.00022253 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Edifício e estrutura >> Edifício >> Residencial unifamiliar >> Casa 
 
Casa.  


---http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=261

Casa na Estrada de Aveiro / Casa do Mouro IPA.00000261 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Edifício e estrutura >> Edifício >> Residencial unifamiliar >> Casa 
 
Casa setecentista de planta rectangular de único volume.  FOTO.00038462 


---http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=24288


Casa na rua Doutor José Henriques IPA.00024288 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Edifício e estrutura >> Edifício >> Residencial unifamiliar >> Casa 
 
Casa construída no séc. 18, ampliada no séc. 20, de dois pisos de planta rectangular tendo articulados dois corpos à fachada posterior, formando planta em L. Corpo principal com alçados rebocados circunscritos por cunhais apilastrados sendo percorridos por embasamento e remate em cornija e beiral. Fachada principal e laterais rasgadas por vãos em arco abatido com moldura contracurvada (na fachada principal e lateral direita) e moldura rectilínea (na fachada lateral esquerda); na fachada lateral direita surge escadaria de acesso ao 2º piso. Fachada posterior rasgada por vãos rectilíneos. O imóvel conserva as molduras em cantaria em arco abatido encimadas por cornija contracurvada ou rectilínea nos vãos da fachada principal e laterais, bem como escadaria de acesso ao 2º piso adossada à fachada lateral direita.  FOTO.00749581 


---http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=11331

Cine-Teatro de Albergaria-a-Velha / Cine-Teatro Alba IPA.00011331 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Edifício e estrutura >> Edifício >> Cultural e recreativo >> Casa de espetáculos >> Cine-teatro 
 
Arquitectura cultural, modernista. Cine-teatro com capacidade para 572 lugares, distribuídos plateia e balcão  FOTO.00795414 


---http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=11488


Cruzeiro de Albergaria-a-Velha IPA.00011488 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Edifício e estrutura >> Estrutura >> Religioso >> Cruzeiro 
 
Arquitectura religiosa.  


---http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=21164


Edifício dos Correios, Telégrafos e Telefones, CTT, de Albergaria-a-Velha IPA.00021164 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Edifício e estrutura >> Edifício >> Comunicações >> Estação de correios (CTT) 
 
Arquitectura de comunicações, do séc. 20.  


---http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=24290


Escola Primária Conde de Ferreira de Albergaria-a-Velha / Junta de Freguesia de Albergaria-a-Velha IPA.00024290 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Edifício e estrutura >> Edifício >> Educativo >> Escola >> Escola primária >> Tipo Conde Ferreira 
 
Escola primária, projetada e construída nas últimas décadas do séc. 19, incluí-se nas construções escolares patrocinadas pelo legado conde Ferreira. Apresenta características que se podem filiar nas "Instruções sobre a fundação de escolas de adultos, creação de novas cadeiras de francez e de inglez, construção de casas para escolas primárias...", publicadas pelo Governo em 1866 (DL 23 jul. 1866, n.º 163), como forma de tornar viável o legado do conde de Ferreira, falecido em março desse mesmo ano, e que previa a construção de 120 casas para escolas em todo o país. No capítulo 4 da referida legislação são estabelecidas as características que estes edifícios devem observar e das quais se destacam: a sua localização em local aprazível e de fácil acesso, reservando alguma distância dos demais edifícios, numa área de terreno nunca inferior a 600-900 m2, murada ou separada do exterior por vala; a área intra-muros contempla duas construções, a da escola e a da casa para o mestre-escola; a escola deve conter uma ou mais salas de aula (consoante o número de alunos), com uma superfície de 50 a 115 m2 e um pé-direito do 4 metros, a sua iluminação natural será efetuada pela existência de janelas, situadas sempre do lado esquerdo dos alunos; contígua à sala de aula ficará uma outra, mais pequena, destinada a apresentações públicas, recepção e biblioteca escolar; é ainda comtemplada a existência de um ou dois vestíbulos, consoante a escola seja para um ou para os dois sexos. A orientação das escolas segundo este primeiro regulamento de construções escolares, deveria ser a SO. (considerada a ideal para Portugal), o que poderia ser alterado de acordo com as condicionantes de cada caso. A ventilação e o aquecimento são igualmente regulamentados, assim como é exigida a existência de espaço para a realização de jogos ao ar livre. Exteriormente apresentam uma feição revivalista, com fachadas percorridas por embasamento, cunhais apilastrados e remates em cornija e beiral, rasgados regularmente por vãos, as janelas molduradas a cantaria formando brincos retangulares e com caixilharia de guilhotina, e as portas com bandeira. Fachada principal de pano único, terminada em platibanda plena de cantaria possuindo ao centro sineira rectangular coroado por frontão triangular, e sendo rasgada por portal de verga reta, moldurado, encimado por largo friso, ornado por almofada retangular, e duplo friso vertical lateral encimado por cornija, entre duas janelas altas e estreitas, com verga superior ornada de duplo friso vertical e cornija. Fachadas laterais semelhantes, de dois panos, um mais estreito, marcados por pilastras, rasgados por cinco vãos, sendo um da lateral esquerda porta travessa de verga reta simples. Fachada posterior terminada em empena reta, rasgada por porta central de verga reta e duas janelas laterais.  


---http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=23876

Escola Primária de Albergaria-a-Velha / Escola Primária do Pinheiro / Agrupamento 838 do Corpo Nacional de Escutas IPA.00023876 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Edifício e estrutura >> Edifício >> Educativo >> Escola >> Escola primária >> Tipo Adães Bermudes 
 
Arquitectura educativa, novecentista. Escola do projecto-tipo Adães Bermudes, de uma sala, do sexo masculino, e uma residência, de planta rectangular composta por dois volumes escalonados, o da esquerda mais alto e de dois pisos, destinado à residência do professor, e o lateral com sala de aula antecedida por vestíbulo, e o alpendre e instalações sanitárias desenvolvidos na fachada posterior. O edifício é rasgado, na fachada principal, por vãos em arco abatido, todos com moldura na verga e parte superior da ombreira em cantaria, com pedra de fecho fingida, surgindo, à direita, pano de muro saliente rasgado por portal e rematado por frontão entrecortado por sineira. O corpo situado à esquerda possui, no piso térreo, porta central ladeada por janelas, para individualizar a dependência do professor, a que corresponde, no piso superior, uma janela; na fachada posterior surge também uma janela; este corpo possui, ainda, numa das fachadas laterais, três janelas escalonadas com moldura comum. Corpo situado à direita possui duas salas de aula, a da esquerda com amplas janelas em arco abatido que permitem a iluminação dominante unilateral daquele espaço de estudo, e a da direita com uma única janela, com o interior em tecto plano pintado e pavimento em soalho. No interior da sala da esquerda surge espaço demarcado por pequeno degrau e pela existência de tijolos na parede, que se destina a assegurar o aquecimento, através de salamandra. O edifício encontra-se envolvido, na fachada posterior, por pátio amplo, murado, que constituí a zona de recreio.  FOTO.00813965 


---http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=21622

Fontanário de Albergaria-a-Velha IPA.00021622 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Edifício e estrutura >> Estrutura >> Hidráulica de elevação, extração e distribuição >> Chafariz / Fonte >> Chafariz / Fonte >> Tipo espaldar 
 
Chafariz novecentista, sobre soco quadrangular com degrau, encimado por plinto cúbico moldurado com remate semicircular na face principal, do qual surge uma
bica, por seu turno encimado por plinto canelado que se horientaliza par receber estrutura de perfil curvo. Na face principal, no eixo do remate e no centro do capitel medalhão circular com decoração encimado por drapeado. Reaproveitamento de estela paleocristã.  FOTO.00216540 

---http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=21623


Fonte de Albergaria-a-Velha IPA.00021623 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Edifício e estrutura >> Estrutura >> Hidráulica de elevação, extração e distribuição >> Chafariz / Fonte >> Chafariz / Fonte >> Tipo centralizado 
 
Arquitectura infraestrutural, neoclássica. Fonte de tipo centralizado composta por tanque com bordo saliente e, no centro, um plinto na base do qual surgem duas bicas.  FOTO.00216535 


---http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=24292


Fonte em Valmaior IPA.00024292 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Edifício e estrutura >> Estrutura >> Hidráulica de elevação, extração e distribuição >> Chafariz / Fonte >> Chafariz / Fonte >> Tipo espaldar 
 
Arquitectura civil de equipamento, novecentista. Fonte de espaldar simples contracurvado e remate em escudo, sendo prolongado lateralmente por ilhargas; bica em forma de carranca.  FOTO.00761677 


---http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=21165


Hospital Subregional de Albergaria-a-Velha / Centro de Saúde de Albergaria-a-Velha IPA.00021165 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Edifício e estrutura >> Edifício >> Saúde >> Hospital 
 
Arquitetura saúde, do séc. 20.  
----http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=8565

Igreja Paroquial de Albergaria-a-Velha / Igreja de Santa Cruz IPA.00008565 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Edifício e estrutura >> Edifício >> Religioso >> Templo >> Igreja paroquial 
 
Arquitectura religiosa, maneirista e barroca. Igreja paroquial de planta longitudinal composta por nave com coro-alto, capela-mor ligeiramente mais baixa e mais estreita, sacristia, dependências, capela mortuária e torre sineira adossados ao alçado lateral direito. Fachada principal em empena, rasgada por portal de verga recta encimado por janelão rectangular. Fachadas circunscritas por cunhais apilastrados firmados por pináculos percorridas por embasamento e remates em cornija, as laterais com olhos de boi, janelas em capialço e portas e na fachada E. janelas rectilíneas. Coberturas de madeira e estuque em caixotões, falsa abóbada de berço na capela-mor e tectos planos na ampliação da nave. Arco triunfal pintado com arcantos. Retábulo-mor do séc. 17 estilo barroco nacional e retábulos laterais e colaterais da 2ª metade do séc. 18, do barroco joanino.  FOTO.00654826 


---http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=25593

Igreja Paroquial de Valmaior / Igreja de Santa Eulália IPA.00025593 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Edifício e estrutura >> Edifício >> Religioso >> Templo >> Igreja paroquial 
 
Igreja paroquial construída no séc. 18 e 19, de planta poligonal com nave, capela-mor mais baixa e mais estreita e sacristia e capela lateral adossadas à fachada lateral esquerda com a nave amplamente iluminada por um janelão rectilíneo na fachada principal e por 4 janelões em arco abatido, confrontantes, três na nave e um na capela-mor. Fachada principal rasgada por portal em arco contracurvado, ladeado por pilastras e remate em duplo entablamento. Encimado por fragmentos de frontão curvo ladeando janelão em arco contracurvado e remate em cimalha curva interrompida; remate da fachada em frontão contracurvado. À esquerda, adossada à nave, torre sineira composta de dois registos, sendo rasgada no 1º por duas aberturas de verga recta, de diferentes dimensões, na face S. e no 2º rasgada em todas as faces por ventanas em arco de volta perfeita. Fachadas pintadas, circunscritas por cunhais em forma de pilastras toscanas, na nave e capela-mor e cunhais simples na capela lateral e sacristia, firmados por pináculos, percorridas por embasamento na fachada principal e torre sineira; remates em cornija e beiral, em entablamento na torre sineira e em frontão contracurvado na fachada principal. Fachada lateral esquerda rasgada por quatro janelões confrontantes, três na nave e um na capela-mor e porta travessa na fachada lateral direita. Interior com coro-alto assente em arco de asa de cesto, assente em pilastras, com pias de água benta de bacia circular e acesso pelo lado do Evangelho. Confrontantes, aberturas em arco abatido, a do lado do Evangelho dando acesso ao púlpito e a da Epístola formando nicho, retábulos laterais, semelhantes entre si, abrigados em nichos com moldura em arco de volta perfeita, de talha com fundo pintado de branco e decoração marcada a dourado, da 2ª metade do séc. 18, do barroco joanino e nichos com moldura simples em arco de volta perfeita, de menores dimensões, à altura do arco triunfal na zona do presbitério, o do lado do Evangelho abrigando pia baptismal de bacia circular, assente em coluna e pedestal. No lado do Evangelho, púlpito de bacia rectangular assente em mísula de cantaria, rematada por pendente, com guarda plena de madeira e acesso por porta em arco abatido. No lado da Epístola porta travessa, ladeada por pia de água benta de bacia circular. Retábulos colaterais, abrigados em nicho, diferentes entre si, de talha com fundo pintado de branco e decoração marcada a dourado, o do Evangelho de estrutura maneirista apresentando remate de estrutura barroca e o da Epístola de estrutura maneirista com elementos de transição para o barroco da 1ª metade do séc. 18 e remate idêntico ao do Evangelho. Retábulo-mor de talha com fundo pintado de branco e decoração marcada a dourado, de planta convexa, tem estrutura rocócó com alguns elementos de estrutura neoclássica, nomeadamente a utilização das urnas no remate. Na sacristia, lavabo em cantaria, com pia de bacia semicircular monolítica assente em mísula, encimado por espaldar rematado em cimalha curva interrompida. Igreja que mantém as características primitivas, destacando-se os cunhais em forma de pilastras toscanas na nave e capela-mor, a persistência duma gárgula de canhão na face E. da torre sineira e o portal da fachada principal em arco contracurvado, encimado por janelão em arco contracurvado e remate em cimalha curva interrompida. Pés direitos diferentes adaptando-se ao desnível do terreno. No interior destacam-se as pilastras em que assenta o coro-alto com pias de água benta de bacia circular decorada a gomeados, pia de água benta de bacia de bacia circular lisa, púlpito de bacia rectangular assente em mísula rematada por pendente, com guarda plena e retábulos laterais de estrutura da 2ª metade do séc. 18, do barroco joanino apresentando dois elementos dissonantes nas urnas neoclássicas. Coberturas diferenciadas de madeira, de 40 caixotões na nave e 15 na capela-mor. Na sacristia, lavabo com pia de bacia semicircular monolítica, encimado por espaldar com remate idêntico ao do janelão da fachada principal.  FOTO.00732636 


---http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=776
Mamoa de Açôres IPA.00000776 
Portugal, Aveiro, Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha e Valmaior 
 
Edifício e estrutura >> Estrutura >> Funerário >> Mamoa 
 
Mamoa megalítica, construída em datas aproximadas entre o séc. 04 e o séc. 03 e mesmo 02 a. C., que se encontra intacta.  FOTO.00710269 

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sábado, 10 de setembro de 2016

Mostra FC e Fantasia

No momento em que está a decorrer a 3º Mostra Bibliográfica de Ficção Científica e Fantasia relembramos o cartaz da 1ª edição que decorreu em Março de 2015 e que tinha uma imagem alusiva ao Torreão

http://mostrafcf.blogspot.pt/search/label/Albergaria%20a%20Velha


terça-feira, 6 de setembro de 2016

Albergaria Vetera de Meigonfrio

Por fim, se bem que não tenha dado origem a qualquer trabalho arqueológico formal, deve recordar-se o interesse desta região no que se refere aos estudos sobre a viação antiga.


Na verdade, as características geográficas do território de Albergaria-a-Velha, proporcionaram desde tempos muito antigos importantes rotas de circulação, em sentido Norte-Sul como Nascente-Poente, com os respectivos pontos de apoio aos viajantes, circunstância que ficou consagrada, aliás, na história e na toponímia da região, nomeadamente através da Mansio Frigida registada na documentação medieval, por certo antecessora da albergaria vetera de Meigonfrio, instituída por D. Teresa no ano de 1117, na célebre Carta de Couto de Osseloa, a que mais tarde haveria de contrapor-se outra albergaria, a nova, fundada talvez pelos senhores das terras de Santa Maria poucos quilómetros a norte da primitiva, assim dando nome a outro aglomerado urbano que ainda hoje permanece com tal designação (PINHO 1957).


Neste sentido, o estudo da viação romana no concelho tem suscitado a atenção de diversos investigadores (SOUTO 1942; OLIVEIRA 1943; SAA 1960; GONÇALVES 1981; CASTRO 1987; MANTAS 1996; LOPES 1995-1997; 2000a), o mesmo se passando, se bem que com menor intensidade com traçados viários medievais (FERREIRA 2008).


Feito este breve excurso pelo último século da arqueologia albergariense, aprofundemos um pouco mais, agora num percurso cronológico, a natureza dos vestígios arqueológicos identificados na área do município. Servir-nos-emos essencialmente, para além da bibliografia disponível, da base de dados oficial disponível no Portal do Arqueólogo e das informações constantes do Plano Director Municipal, cuja última revisão se encontra em fase de publicação.


SILVA, António Manuel S. P (2014) – Dos vestígios do passado ao património arqueológico. Algumas reflexões sobre a Arqueologia de Albergaria-a-Velha.


Revista portuguesa de filologia, Volumes 2-3 - Manuel de Paiva BoléoFaculdade de Letras da Universidade de Coimbra, Instituto de Estudos Românicos, 1948








‎Revista Lusitana - José Leite Vasconcellos - 1914
Em parte da villa de S. Pedro de Osselola instituiu a rainha D. Theresa em 11 17 um couto, e uma albergaria, que posteriormente se chamou Albergaria Vetera de Meigonfrio e serviu de núcleo à moderna vila de Albergaria a Velha (2).


Um doc. de 1271 referindo-se a uma herdade chamada das Forcadas sitúa esta «in termino Vauge in cauto de Arbergaria Vetera et in Oselloo» (Ms. n.o 636 da Bibliot. da Universidade de Coimbra, fl. 174 v.).




As grandes vias da Lusitania: o itinerário de Antonino Pio - Mario Saa - 1960
Já em 1258 o lugar da albergaria se chamava Albergaria a Velha de Mesão Frio (Albergaria Vetera de Meigonfrio), assim, em relação a Albergaria a Nova, que já então existia. O ano de 1258 e a indicação do nome do novo ipovoado, consta




Estudos de toponímia da Bairrada e outras notas - P. 182 - Joaquim da Silveira, ‎Arsénio Mota - 1911
... Teresa, em 1117, um couto, e uma albergaria, que posteriormente se chamou Albergaria Vetera de Meigonfrio e serviu de núcleo à moderna vila de Albergaria-a-Velha1 17. Um documento de 1271 citado em nota, e outros dos sécs



terça-feira, 30 de agosto de 2016

Primeira Guerra Mundial

- Zeferino Lemos

ZEFERINO MATIAS MARQUES DE LEMOS, nasceu em 25 de Março de 1894 em Albergaria-a-Velha, filho de José Matias Marques de Lemos, guarda-fios, natural de Albergaria-a-Velha, e de sua mulher Emília Rosa de Jesus, doméstica, natural da Branca, moradores em Albergaria-a-Velha.

Esteve da Primeira Grande Guerra (1914-1918), de onde veio muito doente (cancro do estômago?)
Estou a trabalhar num livro para sair no próximo ano, sobre os albergarienses que estiveram na primeira Guerra Mundial.


DBismarck, 10/04/2013
http://geneall.net/pt/forum/109487/familia-lemos-da-regiao-de-aveiro/


- A história de Júlio e Sebastião Gonçalves. Sebastião faleceu em Albergaria-a-Velha.


http://www.portugal1914.org/portal/pt/memorias/historias/item/7201-a-historia-de-julio-e-sebastiao-goncalves-duas-vidas-separadas-e-agora-unidas-pela-mesma-guerra

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

O Rebelde



"O Arauto de Osseloa", jornal dirigido por Vasco Lemos Mourisca, chegou a incluir vários suplementos  como "A Toga" e "O Rebelde". Um dos exemplares deste último (Maio de 1984) deu entrada recentemente nos arquivos do Ephemera. Este suplemento era dedicado à temática "Do Espiritismo À Psicotrónica" que era um dos temas de preferência de VM.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Litoral Magazine Agosto 2016

http://litoralmagazine.com/100-milhoes-euros-investimentos-albergaria-velha/

“Mais de 100 milhões de euros de investimentos em Albergaria-a-Velha”

Entrevista a António Loureiro. Presidente da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha

Qual o balanço destes quase três anos de mandato?

No contexto global, com a equipa que tenho, considero que temos feito um trabalho que tem sido reconhecido pela população.
Este é um projeto a oito anos, e o balanço destes quase três é positivo, porque é extremamente gratificante pegarmos no nosso programa e vermos como o temos cumprido.
Tínhamos consciência de que íamos entrar no fim de um quadro comunitário e no início de outro, para além de recebermos menos receitas provenientes da AdRA – Águas da Região de Aveiro. Ou seja, que iria haver menos investimento, como está a acontecer em todos os municípios, e por isso, foi necessário preparar Albergaria para o futuro. Desta forma, desenvolvemos um conjunto de ferramentas, para além do investimento nas pessoas. Neste último aspeto, é para nós gratificante vermos a atividade que temos desenvolvido na ação social, na educação, no desporto, na cultura. E ainda, num pilar que é essencial: a economia. E aqui começa todo o desenvolvimento.

Como é que o Executivo coopera na criação desse desenvolvimento?

Começámos com a discussão do Plano Diretor Municipal (PDM), em plena campanha eleitoral. Dizíamos que era possível melhorar significativamente o PDM e o seu regulamento, nomeadamente que era possível aumentar a área da zona industrial. E não é à toa que entrámos na Câmara e conseguimos aumentar os terrenos destinados a solo industrial em 52%. Primeira promessa cumprida, com um regulamento mais amigo do cidadão, dos empresários, e que permite captar investimentos para o nosso Município. Começam a aparecer empresas a investir em Albergaria e cada vez mais vão surgir novos investimentos.
Neste momento, para os próximos tempos temos mais de 100 milhões de euros de investimentos, para Albergaria, em termos de indústria. Se as pessoas estiverem atentas, verão as gruas na zona industrial.

E que outras medidas existem por parte do Município no estimulo à economia local e à criação de novos postos de trabalho?

Para além do aumento da oferta dos terrenos da zona industrial, e da criação de um regulamento mais amigo do cidadão e do empresário, baixámos os impostos. Não nos podemos esquecer que o Município de Albergaria, de acordo com o Anuário dos Municípios Portugueses do ano passado, foi o 9º Município com maior redução de impostos.
No primeiro ano, baixámos o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), que passou de 0.4% para 0.3%.
A nossa aposta é a captação de investimento, e por isso, todos os anos temos baixado a derrama para as empresas. Desde 2014 baixámos esta taxa de 1,35% para 1,25% e criámos uma taxa de derrama reduzida de 0,25% para as empresas com um volume de negócios inferior a 150 mil euros.
Com esta baixa de impostos, o Município deixou de arrecadar mais de dois milhões de euros anuais. Num orçamento de 14 milhões da Câmara Municipal, dois milhões é um valor significativo.
Temos também um projeto inovador a nível nacional, cujo regulamento outros municípios já seguiram, que é o apoio à criação do próprio emprego. No ano passado apoiámos doze projetos, que já criaram mais de vinte postos de trabalho, e em que é dado um incentivo até quatro mil euros no primeiro ano de atividade.

O Executivo tem investido nos setores da Educação e da Ação Social. No âmbito da Ação Social quais foram as principais áreas de intervenção?

Exclusivamente na área da Ação Social, mantivemos os programas que existiam no Município e focámo-nos em duas vertentes: na vertente da infância e juventude e na vertente da idade sénior. Para além disso, também nos focámos no apoio na integração, na inclusão, na deficiência, e também ao nível da habitação social. Estas foram as áreas mais privilegiadas.

Que medidas foram implementadas no apoio à habitação social?

Na habitação social não aumentámos, nem pretendemos aumentar, o número de fogos. Após uma análise à habitação social e à sua qualidade, decidimos que o caminho seria por outro tipo de apoio. Criámos um Regulamento de Apoio ao Arrendamento Urbano, para motivar as pessoas a desconstruir a ideia que têm sobre a habitação social. Provavelmente será uma medida que perdurará no tempo. No fundo, podemos dizer que existem medidas de apoio à habitação, mas diluídas na comunidade, apoiando os munícipes no arrendamento.

Quantos arredamentos foram apoiados este ano?

Cerca de cinquenta.

E qual foi o orçamento?

75 mil euros.

Que ações foram desenvolvidas no âmbito da integração dos deficientes?

Trabalhámos um Programa de inclusão, designado “Incluir +”. Criámos uma sala de estimulação e de integração sensorial, numa parceria com a Misericórdia – que nos cedeu as instalações gratuitamente – e envolvendo o tecido empresarial, através de mecenato. Conseguimos abrir uma sala de Snoezelen e uma sala de Integração Sensorial, destinadas quer às crianças e jovens que temos nas unidades de autismo e de multideficiência, quer à população sénior. E ainda, a outras crianças e jovens que, não estando em estruturas de educação e ensino, estão na rede social e também na rede privada, ou indicados pela intervenção precoce.

Quantas crianças são apoiadas?

Neste momento, penso que temos dezoito crianças inscritas, provenientes das unidades de autismo e multideficiência. Temos ainda outros utentes de variadas condições, sobretudo idosos, que estão numa fase ainda experimental e que são cerca de 30.

Criaram também o Cartão Municipal do Voluntariado. Em que consiste esse cartão?

O município tem um Banco Local de Voluntariado – indexado ao Banco Nacional de Voluntariado – que sofreu um upgrade, no sentido de envolver os Bombeiros Voluntários. Criámos um programa, em que eles tem um Cartão de Voluntário e, envolvendo todo o tecido comercial e serviços da cidade e fora dela, criaram-se algumas parcerias.
Os beneficiários do cartão têm alguns descontos em comércio e em serviços da nossa Cidade e do nosso Concelho. São 222 estabelecimentos, onde a própria Câmara Municipal também está envolvida, ao conceder benefícios na utilização dos seus equipamentos e serviços. É um reconhecimento por todos aqueles que prestam voluntariado, e uma forma de dignificar e promover o comércio tradicional.

Há um grupo de apoio às pessoas que procuram emprego. Como funciona?

Os Grupos de Entreajuda para a Procura de Emprego (GEPE) são uma parceria entre a Câmara Municipal e o Instituto Padre António Vieira. É um grupo de capacitação para a procura de emprego. Um grupo informal, constituído por dez, doze pessoas, que se reúne semanalmente ou quinzenalmente, com animadores formados pela organização. Nesse grupo, são trabalhadas questões emocionais, de apresentação, de relacionamento, de proatividade, entre pessoas que estão completamente desmotivadas.

Qual a taxa de sucesso?

A taxa de sucesso é muito superior a cinquenta por centro. Felizmente o grupo está quase a acabar. O ano passado tivemos dois grupos de entreajuda. Este ano temos um, constituído por duas pessoas, sendo certo que vão entrando e saindo pessoas.

Qual a taxa de desemprego em Albergaria-a-Velha?

Albergaria-a-Velha tem desenvolvido esforços no sentido de promover a divulgação e procura efetiva de emprego: através do Gabinete de Inserção Profissional (GIP) e também através do Contrato Local de Desenvolvimento Social (CLDS) 3G “Albergaria Integra’T”. Em termos de dados oficiais do IEFP em junho de 2015 tínhamos 989 inscritos, e este ano em junho tivemos 846 desempregados inscritos.

Quais foram as principais prioridades na educação?

Tivemos como principal prioridade trabalhar aquilo que é da nossa responsabilidade e competência: a Educação Pré-Escolar e o 1º Ciclo do Ensino Básico. Em termos de parque escolar, tínhamos bastante assimetrias, ou seja, três Centros Escolares de boa qualidade, com uma construção recente, e depois várias escolas dispersas pelo concelho, em muito más condições.
Herdámos uma situação de insuficiência de instalações no 1º Ciclo do Ensino Básico, visto que foram encerradas várias escolas para a construção da Escola Básica do 1º e 2º Ciclos. Uma escola que foi construída para acolher oito turmas do Básico, neste momento tem catorze. Isto provoca uma sobrecarga no edifício e uma desproporcionalidade face à população escolar acolhida. A nossa pretensão é reabrir uma das escolas e tentar cooperar com o Agrupamento na reorganização do 1º Ciclo do Ensino Básico.
Numa primeira fase, temos trabalhado as escolas da periferia para receberem o maior número possível de alunos e descongestionar as outras escolas. Para além disso, requalificámos as escolas e os jardins de infância que necessitavam, e é nossa intenção mantê-los abertos.
Trabalhámos também uma área da nossa responsabilidade: as refeições escolares e o prolongamento de horário. Nas refeições escolares, apostámos, à semelhança de outros municípios, na nossa Rede Social, por uma questão de proximidade e de qualidade. As refeições são servidas pelas Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) mais próximas das escolas. Aumentámos ainda o número de escolas com o prolongamento de horário.

Qual o atual Programa Municipal da Educação?

O que temos feito no Programa Municipal da Educação tem sido acrescentar constantemente atividades àquilo que é a nossa oferta complementar às escolas e aos jardins de infância da rede pública, solidária e particular. O nosso Programa Municipal de Educação é aberto a toda a comunidade, trabalha desde crianças até à terceira idade. Essencialmente investimos na atividade física, na alimentação saudável, na parte mais artística – onde temos atividades muito focadas para a cultura através da utilização dos nossos equipamentos, Biblioteca e Cineteatro e dos seus respetivos técnicos.
Temos o programa de Promoção da Atividade Física e de Expressão Musical para a Educação Pré-Escolar, que é complementar da atividade letiva; e temos todo um conjunto de atividades muito semelhantes para a terceira idade, dirigido às IPSS.
Incluímos neste programa e nesta nossa oferta, as instituições que trabalham a deficiência, que normalmente não se enquadram nem na infância nem na terceira idade, e que estavam fora dos programas. A produção de espetáculos anuais são o culminar de todo este trabalho com a população portadora de deficiência.
De referir que o Programa Municipal da Educação passou a ser trabalhado com os Agrupamentos de Escolas, com os coordenadores de departamento, com as direções, com a rede social e com a rede privada.

Podemos dizer que em Albergaria-a-Velha há uma política de inclusão das pessoas com deficiência?

Sim. Há em Albergaria uma política de inclusão das pessoas com deficiência. Ainda agora realizámos o Albergaria ConVIDA, onde houve a preocupação de criar estacionamentos e acessibilidades. Todo este cuidado está sempre presente nos eventos realizados, nas provas desportivas, nas atividades que o município desenvolve. Felizmente o nosso município é uma referência neste aspeto. Para nós é muito enriquecedor recebermos visitas de outros municípios para verem o trabalho que temos feito.

Existe também uma preocupação na área da saúde.

Mesmo não sendo da competência direta do Município fizemos obras nas Extensões de Saúde de Valmaior, Angeja e Alquerubim. Melhorámos de forma significativa as instalações, e hoje as pessoas são atendidas de uma forma mais condigna. Hoje, tanto para os profissionais como para os utentes, existem melhores condições.
Também colaborámos com o Centro de Saúde de Albergaria. Uma das nossas pretensões era reabrir a Extensão de Saúde de Frossos, algo com o qual nos estávamos a debater desde que chegámos, e que conseguimos reabrir há um mês.
Temos ainda a pretensão de criar uma nova Unidade de Saúde em São João de Loure. Pretendemos iniciar esse processo para o próximo ano.

Como considera que o Concelho de Albergaria se diferencia do contexto regional e nacional?

Pela qualidade de vida. Além de ter menos impostos, fomos dos primeiros Municípios a baixar o IMI para as famílias. Há uma redução de 10% para famílias com um filho, 15% para famílias com dois filhos, e 20% para famílias com três ou mais filhos.
A qualidade de vida de Albergaria nota-se. Temos neste momento uma preocupação em criar um conjunto de ciclovias; temos uma aposta diferenciadora no turismo: a ecopista que vai de Albergaria-a-Velha até ao Parque de Valmaior, e que, brevemente, irá de Valmaior até Sernada de Vouga e, em conjunto com a Câmara Municipal de Águeda, até à Ecopista de Server de Vouga.
Temos os primeiros percursos pedestres homologados pela federação, que recomendo a todas as pessoas. Vários grupos – que fazem este tipo de percursos – têm dado nota máxima em sites específicos.

E culturalmente também existem eventos que têm fomentado o turismo?

Sim. Há aqui um evento que despertou toda esta área do turismo em Albergaria-a-Velha, que foi o Festival Pão de Portugal.
Hoje o Festival do Pão é uma referência. Somos considerados a capital do Pão de Portugal, porque existe em Albergaria uma grande tradição. Não é à toa que se realizou o Festival do Pão.
Albergaria é o concelho com o maior número de moinhos de água inventariados da Europa. Criou-se a Rota dos Moinhos, que tem despertado a curiosidade de muitas pessoas. Também um conjunto de ações na área da cultura e do património tem atraído cada vez mais pessoas ao concelho.

Recentemente foi adjudicada a obra de requalificação do Mercado Municipal. Em que consiste este projeto?

Este projeto é das poucas obras de cimento que nós prometemos, um projeto em que foi preciso alguma audácia. Primeiro foi feito um estudo do consumidor, para perceber que mercado as pessoas gostariam de ter.
Neste momento, com as obras que vamos fazer, para além da melhoria das acessibilidades, e das questões de higiene e segurança alimentar, vão surgir duas áreas de restauração, e vamos passar a ter dez espaços que poderão estar abertos durante todos os dias e não apenas dois dias por semana.
A nossa preocupação foi respeitar a traça original do edifício. Esta foi a primeira condição que nós colocámos: valorizar o passado e respeitar o projeto inicial do arquiteto Jorge Gigante.
O mercado vai ficar aberto para a cidade. Entre as lojas e os espaços de restauração vai existir uma praça de convívio, onde se pretende dinamizar um conjunto de atividades artísticas e culturais.

E no âmbito do Portugal 2020 que novos projetos irão surgir?

Temos a requalificação da Escola da Avenida, que é a nossa pretensão, tendo em consideração a falta de salas de aula que existem no 1º Ciclo do Ensino Básico, em Albergaria-a-Velha.
Temos o projeto de requalificação da Piscina Municipal de Albergaria.
No âmbito da Requalificação Urbana, temos o Mercado Municipal, que foi o primeiro projeto que avançou e cuja obra inicia ainda este ano, e que terá um investimento de um milhão e meio de euros; a requalificação da Praça Fernando Pessoa e as ruas envolventes à Praça (este projeto vai para dois milhões de euros); temos ainda para requalificar a Rua Gonçalo Eriz, uma das mais importantes da cidade.
Fora estes investimentos, que assentam “que nem uma luva” no Portugal 2020, temos um projeto muito interessante – que há mais de uma década e meia que não surgia – a abertura de uma Avenida em Albergaria. Irá chamar-se Avenida D. Teresa. A Avenida irá desde o Arquivo Municipal até à Biblioteca, e terá estacionamento para cerca de 130 automóveis.

Qual considera ter sido a sua maior conquista nos últimos três anos?

Algo que é estruturante para o concelho: a zona industrial, através da aprovação do PDM. Apenas daqui a uns anos as pessoas vão ter a perceção daquilo que este Executivo conseguiu. Conseguimos resolver o problema da falta de área e, essa é, sem dúvida, a nossa grande conquista, e é daqui que virá todo o desenvolvimento do Concelho.
Uma segunda área, – mais um documento estruturante – a Requalificação Urbana, que já estamos a fazer.
Há um aspeto que me tocou em especial e que me tem dado um enorme prazer trabalhar, em conjunto com os meus Vereadores, que é a área da Ação Social. Enquanto ser humano é extremamente gratificante aquilo que proporcionamos. Todo este apoio na Ação Social, na área da deficiência, no apoio ao arrendamento, na melhoria das refeições, no aumento das bolsas de estudo no Ensino Superior em 50%, na criação do Cartão de Voluntariado, no reforço do apoio às Associações (aumentámos mais 15% no apoio às Associações Desportivas); no apoio às IPSS. Todo este trabalho social é algo extraordinária, e é algo que nos enriquece enquanto seres humanos, por fazermos um trabalho em prol de uma comunidade.
Há pessoas que atacam o aumento da despesa mas nós entendemos que isto é um investimento no ser humano. Uma aposta deste Executivo.

LM

https://drive.google.com/file/d/0BwwWVRJOLAkoYks1eFVXeHZHbFE/view

Com um programa eleitoral que contempla poucas obras de cimento, o autarca do CDS-PP falou à Litoral Magazine sobre a grande aposta do Executivo: captar investimentos para Albergaria-a-Velha. Mas não só, são vários os projetos nos setores da Educação, da Inclusão e da Ação Social.

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Bernardino Maximo



Bernardo Máximo Alvares de Araújo Tavares da Silva e Albuquerque
foi presidente da Câmara nos seguintes períodos:

1878-1885 / 1887-1893 / 1896-1908 / 1908-1910

Recorte Diário Illustrado 21/10/1886 - exonerado a seu pedido de Administrador de Albergaria-a-Velha


sexta-feira, 22 de julho de 2016

Correio de Albergaria

Não se admirem, pois não sou o novo director do Correio de Albergaria.


Estou, hoje, a ocupar este espaço reservado à direcção do jornal, por gentil e sensibilizante convite da sua directora, a minha estimada amiga, a jovem Drª Sara Vinga da Quinta.


Já lá vão quatro anos e lembro, como foi surpreendente, o ressurgimento do Correio de Albergaria, numa terra onde tinha interrompido a sua publicação o Jornal de Albergaria que, durante vários anos, defendeu os interesses deste concelho e região.


O arranque do Correio de Albergaria não foi isento de suspeitas ou melhor de dúvidas, por estarmos a um ano das eleições autárquicas de 2013 e não faltou quem o referisse como um futuro “pasquim” ao serviço de uma determinada tendência política local.


Foi, por estar agradado com o ressurgimento do Correio de Albergaria e preocupado com a sua intervenção pública que a não ser conduzida com precaução não deixaria de causar divisões entre os Albergarienses que decidi, em Setembro de 2012, ao fazer-me assinante do jornal, dirigir à sua direcção, ao tempo bicéfala ( Drº Delfim Bismark e Drª Sara da Quinta) um ofício em que, para além de os felicitar pela coragem em lançar o   jornal, dizia: —“Faço votos para que o Correio de Albergaria se instale devidamente e cumpra a sua missão de divulgar o nosso concelho/região, respeitando o que estabelecem os seus estatutos, em particular no que diz respeito á sua isenção partidária, o que lhe permitirá dar garantias de um promissor futuro”  e  antes de terminar acrescentava“— pretendo que o Correio de Albergaria seja um dos meios de união entre os Albergarienses, falando verdade e não agente de divisão com a publicação de notícias não comprovadas.”


Passaram-se quatro anos e, em minha opinião, o jornal atingiu a velocidade de cruzeiro, estando capaz de enfrentar as dificuldades próprias do mar agitado em que vivemos


Criar e desenvolver uma publicação que mantem regularidade na sua saída quinzenal, não é tarefa fácil e assim apresento à sua directora, ao editor, aos colaboradores, aos assinantes e aos anunciantes, os meus sinceros parabens.


Editorial Edição Nº92
Por: José António da Piedade Laranjeira
http://www.correiodealbergaria.pt/?p=6342
Nota: Escrito de acordo com a antiga ortografia

domingo, 10 de julho de 2016

MNT


Postal ilustrado com vista da Alameda 5 de Outubro em Albergaria-a-Velha, vendo-se ao fundo o Edifício do Cine-Teatro Alba. Edição da Casa da Alameda


quinta-feira, 30 de junho de 2016

Diários Gráficos




A exposição “Diários Gráficos – Páginas do Quotidiano”, da artista Suzana Nobre, vai estar patente na Biblioteca Municipal de Albergaria-a-Velha durante o mês de julho. A inauguração é a 30 de junho, pelas 18h00.
Suzana Nobre nasceu em Angola, em 1971, e define os seus diários gráficos como “registos do meu olhar, memórias visuais e percetivas dos momentos do dia-a-dia”. Desde 2012, a artista tem-se dedicado de forma regular ao desenho de observação como método de experimentação e desenvolvimento de técnicas e processos de desenho. Nos seus cadernos procura eternizar determinadas vivências num local, o espaço físico e as pessoas, acompanhando as imagens com apontamentos, alguns deles excertos de conversas que vai ouvindo.
Na exposição da Biblioteca Municipal são apresentadas reproduções de registos criados em vários locais - Oliveira de Azeméis, Aveiro, Gondramaz, Pampilhosa, Coimbra, Cascais, Tavira, Almada, Porto, Lisboa e Albergaria-a-Velha, onde Suzana Nobre desenhou um edifício na Praça Comendador Ferreira Tavares. Nas suas obras utiliza diversos materiais como o grafite, a caneta pincel de tinta-da-china, a aguarela, o lápis de cera e a caneta de gel.

CMA Data: 24-06-2016